segunda-feira, 9 de junho de 2008
Não tá morto quem peleia!
Problema 1: Maldito whisky!
Problema 2: Maldito whisky!
Problema 3: Maldito whisky!
A previsão do tempo tem sempre dito que sábado vai chover e talecoisa. Aí sexta à noite tem sido... Complexo. Parcerão Johnnie tá sempre acompanhando o pessoal e tal.
Maaaaaaaaaas ainda tem material inédito pra vir ao ar neste modesto espaço. E sábado vai ter pedal. Certo que vai. Dessa vez não seremos vencidos pelo Joãozinho não!
Essa semana. Aguardem! O vídeo vai ser bom. Boma té demais! ehehehehe
Ah: numa nota, queria deixar público o parabéns pro JOEL! Nasceu o filho do Zazá domingo, o nome da criança cabeça chata é Bernardo, mas nós o apelidamos carinhosamente de JOEL! Dá-lhe guri! Já deve estar arrotando, peidando, e mostrando a bunda que nem o pai!
sexta-feira, 23 de maio de 2008
O Dia dos Tombos
No último sábado fizemos um pedalzinho com a rapaziada do Sombra Bikers. Foi um troço bacana, optamos por ir até Caravaggio. Na página deles vocês também podem ler o relato que eles fizeram. Ah: as fotos são cortesia do SombraBikers, já que ninguém lembrou de levar câmera, e aí o celular do Basso quebrou o galho.
Mas vamos lá. Combinamos de encontrá-los às 10:15 da madrugada ali na frente do MartCenter. 10:15, todos lá, primeira foto pra registrar o momento.
Pedaladores do dia: Andrius, eu, Magrelo, Gordo, Zunho, Igor, Douglas e Basso (que tá tirando a foto)Douglas, cara bacana, achou os Sombras na net e se escalou pra pedalar com a galera. Quanto mais melhor! Igor, voltando depois de 5 meses parado, estava ansioso para estrear sua nova querida. E o Magrelo já tava pensando em bergamota, junto com a Neusa, sua fiel companheira. Mal ela sabia o que o Lombrigoso ia aprontar...
Seguimos reto no viaduto da Rota, em direção a uma trilha depois do Samuara. Entramos no mato, e demos de cara com uma mega ultra hiper power cerca de arame farpado. Fomos pra outros lados, só para encontrar mato fechado. Nada feito.
Tocamos de volta, entramos na estradinha do Samuara, e aí terminamos na estrada dos romeiros. Tacamos ficha, tranquilos, ouvindo um xingamento de cara que se achava dono da rua aqui, outro ali (até mereciam uns 'pedalas'), e chegamos no morrinho, aquele chato. Eu tava com as pernas meio cansadas, acabei que não consegui subir o morro. Além das pernas cansadas (motivo principal), nao tava 'tracionando' bem, aí cada pedalada mais forte as roda patinavam no cascalho, e aí já viu. Resolvi subir empurrando. Magrelo e o Gordo iam lá na frente, eu e o Igor (que já estava meio acabado) atrás. Chegamos lá em cima, e paramos pra comer um torradão.
Refeição feita, depois de muita coca, cerveja, polenta, grostoli, estávamos nos preparando pra seguir viagem. Aí o Basso, do nada, dá uma de Karatê Kid e DETONA um daqueles sachês de maionese. Bá, maionese pra todo lado, e os 'feridos' foram Andrius e Gordo.



Galera de bucho cheio. Magrelo, pra honrar a fama de Lombrigoso, não se contentou com uma torrada, e comeu duas...


Descemos por uma trilha muito, mas muito bala. Íamos Zunho, Douglas, Andrius e eu na frente, tocando o terror (huiehuiehuiehe). No que olha, Zunho caiu, mas consegue se jogar pro ldo pra não ser atropelado pelos outros três. Era o primeiro tombo, sem maiores consequências.
Seguimos socando a botina, quando eu entro em uma valeta e.... Chão. Sustinho básico, galera veio ver se estava tudo, ok, como tava tudo ok, já estávamos rindo. Nisso, na curva, só se ouve um "OHhahaaahhhhh". Seguido de efeitos sonoros do tipo "crshhhhhhh" (barulho de algo se chocando com folhas, galhos e tal, pra quem não conseguiu entender a sonoplastia) . Nesse meio tempo vimos algo luminoso voando pelos ares. Fomos olhar, e o magrelo tava assim:
Bom, a primeira pergunta era: como raios ele conseguiu sair voando, ficar com as pernas no guidão, e o banco nas costas? WTF? Bom, a coisa podia ter sido séria. Chegamos mais perto, e ele tava rindo. heuiheuiheuiheiuhiAí nos acalmamos, e o Basso pegou o cel pra registrar o momento. Aí o Magrelo diz: "Sério, eu não consigo sair daqui". huieahuiehauiheiauhieuaheiuaIAHIEHAIUEHAIUEHAIUHEAIUHEIAUHEIUAHEIUAHEIUAHIA
Ajudamos o vivente a se levantar, e vimos que a coisa podia ter sido ligeiramente mais séria: ele havia caído bem no meio de duas pedras ligeiramente maiores. Bah. Que sorte. Como Basso sempre diz, cair é legal, se machucar não. E depois desse tombo, bá, ninguém supera. E se alguém superar, por favor me avisem, porque eu quero ver! heheheheheh
Bom, magrelo tava ok, tocamos ficha. Em frente tinha uma descida mais íngreme, com MUITAS pedras. Eu ia atrás do Basso, não tão rápido, não tão devagar. Nisso o demônio trava a roda entre duas pedras, e resolve dar um duplo twist carpado pela frente. Jesus Cristo, que cagasso. Finquei nos freios, vi a roda traseira dele bem perto do meu nariz (bah, se fosse o Sandro céééérto que acertava o nariz. huiehieuhiehuie), e fomos ver o que tinha acontecido. Ele tinha se machucado um pouco, mas nada muito sério. Bike tava ok, ele meio esgualepado mas em pé, e tacamos ficha.


No meio do caminho um dos proprietários das terras ali disseram que era proibido passar por ali.Bucha. Trilha bem legal pra se fazer, e por causa de uns bunda moles que resolvem avacalhar, perdemos os 'spots'.
Chegamos no asfalto, e voltamos pra última subida forte do dia. Pra ser bem sincero, achei que ia ser bem, mas bem mais complicado. Foi filé. (Nesse meio tempo, o magrelo já devia ter comido umas 87 bergamotas).
Magrelo chegando em cima do morro com a Neusa, já sentindo o gosto das próximas 7 bergamotas.Um pouco à frente paramos num buteco, pra ver um jogo de várzea e tomar uma bira.

Eu tava um pouco an frente do Igor, que tava um pouco na frente do Magrelo. Nisso sai debaixo de uma cerca de arame farpado uma jamanta preta em direção ao Igor. Ele puxa pro lado pra tentar desviar do cachorro, e o pequeno se joga em cima dele. O bichinho foi meio que atropelado, e o Igor foi direto pro chão. Por sorte, o cachorro maior se assustou e fugiu. O pequeno também fugiu. E o Igor, que já tava sentindo BEM as pernas, deve ter travado de vez. Galera toda voltou, pra ver o que tinha acontecido, ver se tava tudo ok e tal.
Quando se viu que tudo tava numa boa, seguimos viagem, até chegarmos em nossas casas.
Saldo do dia: 42km pedalados (para os outros foi mais perto de 60, mas como eu moro na saída da cidade...), 5 tombos (sendo que um deles vai pro Guinness, na categoria de tombo mais espetacular de todos os tempos), nenhum penu furado, alguns cachorros malucos, um cachorro atropelado. Chocaaaanti!
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Pedal da "Lesão"
____________________
Buenas! Pedal combinado pro sábado, às 8:30 na frente da mosteiro junto com os Sombra Bikers. Então tinha que acordar as 7:30, rezar uns 2 pai-nossos e se preparar pra sofrer um pouquinho, de 5 em 5 km! hehe. Só pra inteirar a tchurma do que tava acontecendo.... Na noite anterior alguns dos Chocantis Bikers™ foram ter a ceia no La Barra (Gordo, Batista, Shipe, Fran, Sandro). Todo mundo sentiu forte o minuano impiedoso! Enfim, pizza vem, papo vai e começam a surgir os empecilhos. No sábado à noite a Chocantis™ (banda) ia tocar na Beats e o Sandro (mais novo integrante do setor Bikers da Chocantis Enterprise™ S.A.), que é o vocalista da banda já meteu a primeira lesão. Achava que não ia pedalar de manhã, porque estava muito frio já e de manhã ia estar pior ainda e ele ia acabar perdendo a voz se fosse pedalar no frio... é... ok! Enquanto isso mais uma lesão ia sendo estudada pelo Batista Falkolino, pensou e disparou: "Bá, to mal da garganta e com amigdalite e meus antibióticos não tão funcionando e blá, blá.", mas no fim combinaram os dois de pedalarem de tarde, pra evitar o frio e a lesão..hehe.
Bom, acordei cedinho e fui rapidinho ver a filha nova! A Bárbara, minha bike nova. Uma Kona Caldeira versão SABOR! Ela foi batizada em homenagem a Conan, o Bárbaro! Enfim, tudo checado e o freio da frente estava respando um pouquito, por um provável amadorismo na hora de fazer o encaixe da roda. Não estava ruim e decidi ir até a mosteiro assim e lá pediria pra algum macaco velho me dar uma mãozinha. Saindo de casa uma brisa friazinha mesmo, mas por outro lado não tinha uma nuvem no céu, então era só questão de tempo pro tempo ficar perfeito - que ironia hein! Chegando lá a galera se reune. Os presentes eramos eu, Basso, Testolino, Andrius e Marcos. O Shipe estava a caminho. Cumprimentos e um papinho e chega o Shipe com um pneu furado. Acabamos decidindo nos separar dos sombra bikers pra não matar muito tempo deles na função do pneu. De qualquer forma pode ter sido positivo pra nós, a razão vem depois.
O sol ia subindo e subindo e prometendo uma baita pedalada, enquanto isso eu e o Shipe fomos empurrando as bicicletas até uma borracharia na Rosseti (eu acho). Chegamos lá e o borracheiro tava ocupado com outras coisas, mas pra não perder tempo fomos desmontando a roda, achando o furo, atrapalhando o borracheiro e também achando o espinho, que deu raiva de tão pequeno. No fim o borracheiro faz o remendo, levamos a bicicleta até um posto pra cabibrar direitinho os pneus e agora sim estávamos prontos pra começar o nosso pedal, aproximadamente 9:15.
Alemôncio tirando a câmara e depois enchendo os pneu! E tu vê, o Gordo escreveu tudo isso ali embaixo e não bateu o número condizente de fotos pra ilustrar o relato! Pô Gordines, assim a galera assusta e não lê! huiehuieheuihuiehuuieFizemos o trajeto "clássico" pra Otávio Rocha. Subimos até os pavilhões, passamos a Nossa Senhora de alguma coisa e antes de começar a descida propriamente dita atalhamos à esquerda pra pegar uma trilhazinha, que por sinal estava bem escorregadia! Depois de uns quase tombos e vários escorregões, voltamos pra estrada e agora sim, descida!! Os pneus embarrados chegaram na quebrada da Igreja limpos, mas também fui comendo terra até lá. Entramos no estradão e seguimos na maciota até a linha 40. Lá já estávamos nos preparando pscicológicamente pra subida, quase escorre uma lágrima, mas vambora! Até que subimos bem, não vou dizer que essa foi a parte do pedal que contamos as mais longas histórias, ou que emitimos algum som inteligível, mas chegamos lá em cima...afffe! Paradinha pra tomar um drink, batemos um papo e seguimos viajem. Aí vem linha 60, 80, etc, dobramos à esquerda e seguimos até o Esporte Clube Juvenil, onde quebramos pra direita e seguimos. Passamos o cachorro helicóptero, que estava bem calmo...talvez porque os Sombras já tinham passado por ali e como diria o Shipe ele já tinha cuidado da casa. No outro pedal pegamos um caminho alternativo nessa parte da estrada, passando por umas plantações e fazendinhas, mas dessa vez acertamos a saída pra esquerda e descemos pra Otávio Rocha.
Temperatura ideal, bunito de ver. Como ainda era 11:30 mais ou menos e de jeito nenhum a gente iria voltar pra caxias quebrando a tradição e não indo comer os queijinhos fritos do gringo resolvemos primeiro ligar pra tropa e ver que horas eles iriam chegar pro almoço. 13:00!! Essa era a hora. Como ainda tínhamos tempo e disposição resolvemos seguir em frente, rumo ao kartódromo e talvez pegar alguma quebrada por lá e dar uma voltinha que não fosse tão judiante como a volta do "rio sem ponte". Subimos até o kartódromo e nada de novos caminhos, mas por outro lado tinha um árvore bem pertinho, então resolvemos sentar na sombra um pouquinho e jogar conversa fora! Papo vem e vai e ainda tínhamos muito tempo, até que vem a idéia mirabolante: Vamos fazer a volta do rio sem ponte!!! Tá bom! Logo na saída o primeiro porém! Eu e o Shipe não estávamos certos se o caminho era pra esquerda ou pra direita. Resolvemos seguir pra direita, descemos mais ou menos 1 ou 2 km, pouca coisa era familiar, na verdade só as bicicletas, e nem tanto assim.. Passando por umas casas vemos um morador local. Perguntamos então se nós continuássemos por aquela estrada, se chegaríamos a um rio.. Ele respondeu: "Cheguei aqui à duas semanas.." Bom, seguimos um pouco mais, mas o medo de acabar em Bento, Argentina ou Urugai foi maior e resolvemos voltar. O pouco que tivemos que subir na volta já foi o suficiente pra dar uma cansadinha nas pernas....acho que se tivéssemos descido até o rio, aqueles 5km com "refill" e sede da volta teriam sido fatais.
De volta a Otávio Rocha e rumo ao Bar do Gringo! Chegando lá avistamos algumas bicicletas estacionadas na frente e deduzimos que deveriam ser os sombra bikers fazendo sua bóia! Estacionamos nossas magrelas e fomos saudados pelos amigos pedaladores, enfim nos encontramos. Então a tropa ainda não tinha chego e eu e o Shipe entramos pra abrir o apetite com o cheiro dos queijinhos e o bom limãozinho! Aí vem o porquê que a separação na saída não foi de todo ruim. Até aquele momento nós tínhamos pedalado uns 28km. Os Sombra Bikers já tinham feito 58km!! Pra quebrar as pernas né! Como esperamos o Batista e a Fran pra almoçar, não podemos voltar com a galera pra caxias, porque se não eles teriam que esperar muito e esfriar. Bom, o sabor da refeição dispensa comentários!! Comemos copiosamente e depois de bater um papinho resolvemos voltar pra casa. Nessa hora o Batista estava combinando com o Sandro que quando ele chegasse eles sairíam pra pedalar.
A volta foi curtinha. Descemos o morro da linha 40! E que morro! Subindo parece ruim, mas espanta até na descida! Seguimos a linha 40 e subimos em direção a Nossa Senhora de alguma coisa, passando a festa da uva. Quando estamos indo em direção à Festa da Uva encontramos os pedaladores lesionados! Vinham subindo o Batista e o Sandro (pilotando sua nova aquisição! um Kona Cladeira versão sabor - que nem a minha!). Nisso paramos, trocamos algum equipamento e insultos e nisso eles estavam indo pra um pedal curto, então resolvi me juntar a eles pra pedalar um pouquito mais e o Shipe seguiu pra casa, pra enfrentar o gigantesco morro do juvenil!
Até aqui, o relato foi do Gordo. Agora assume eu, Batista, Falko, ou como preferirem.Mas é, tava encarregado de estrear o novo integrante do Chocantis Bikers™, Sandro Narigoso, Mestre Splinter, Tôni, Peludão, ou como preferirem. O rapaz, pra começar a pedalar, como o Gordo disse ali em cima, adquiriu 'só' uma Caldera. Que foi oportunamente batizada de Audax Mistral "Fuja Loco".
Mas enfim, chegando de Otávio Rocha, de pança cheia, o Tôni já tava me ligando sem parar e tal. Aí no que cheguei em casa, e tava quase pronto, ligando pra ele pra nos encontrarmos na Mosteiro, ele diz que vai passar lá em casa. Eu digo: 'filé'. Pouco depois ele chega, já dizendo que tava cansado. Que as pernas pegavam e tal.
Ajeitei as coisas e tocamos ferro. Perimetral, subida do SPA™ (by Sombras). Por incrível que pareça eu subi mais que alguém algum morro. Jesus! NIsso, depois dei uma seguradinha pra esperar ele chegar, ele pergunta: "E esse morro, comparado com o que tem por aí, é um nível tipo médio?". hueihueihueihuiheIHEUIHEIUHEIUHEUIHUIEHEIUHEUIHIHIE. Tipo. Numa escala de 1 a 10, é 0,5. Mas fomos, passamos por duas pedaladoras hiper saborosas antes do viaduto. No que cruzamos o viaduto avistamos uma outra dupla de pilotos: Chip e Gordo! Paramos, conversamos, peguei minha bomba de ar, a bolsa de selim, etc e tal. E convidamos os dois pra darem a voltinha conosco. O Gordo topou, o Chip foi enfrentar o morro do juvenil e curtir o segundo tempo do jogo do Juventude.
Pegamos a trilha, e o Gordo avisou que tava lisa. Eu nem bola. Dá-lhe ferro. Olhando pra trás, o Tôni tava bem, curtindo o esquema. Aí, entramos na segunda parte da trilha. Barrão e tal. Subidinha no meio do mato, e quando entra a descida, soquei a bota. Pena que o pneu tava todo embarrado, não tava agarrando nada. Pena que tentei desviar de uma valeta, fui por cima, mas o pneu não segurou e desceu pra valeta. Pena que tinha uma pedra solta BEM na saída da valeta. Quando me dei por conta estava no início de um duplo twist carpado por cima da bicicleta. Ia dor. Aí achei que rendia mais me jogar pro lado. Foi o que fiz, pra minimizar os danos. O Tôni já tava rindo há uma meia hora acho. No que eu caí, pulei pra cima na hora. E o Gordo gritando: "fica no chão, foto, foto!".
A bicileta tava naquela posição exatamente, e eu tava embaixo. Meu primeiro tombo meio que de verdade. hehiuheuiheuiheiue. Ah, aquele ali atrás é o Tôni!Pedalzinho leve, fiz 22km, Sandro por aí, Chip ficou em uns 38km, e o Gordo em uns 55km.
Sábado vai ter pedal de novo, desta vez provavelmente com os Sombras, dessa vez acontecendo de fato. Semana que vem tem o relato!
Ah: se gostaram do relato do Gordo comentem aí, que aí escalo ele pra escrever algum dos relatos!






